Foto da Casa no Jardim Tranquilidade
Expansão Guarulhos
História e Construção do Centro de Aprimoramento Guarulhos
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A PRIMEIRA EM SOLO BRASILEIRO
HISTÓRICO DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIALDIFUSÃO GUARULHOS
A PRIMEIRA UNIDADE ABERTA EM SOLO BRASILEIRO
Em
meados do ano de 1955, vieram para cidade de Guarulhos jovens missionários da
Igreja Messiânica Mundial, oriundos do Japão, para divulgar a Obra de Salvação
através do Johrei e Ensinamentos de Meishu-Sama. Pelo que tudo
consta, estes jovens missionários eram Nobuhiko Shoda e Minoru Nakahashi.Shoda e Nakahashi chegaram
ao Brasil em 09 de Agosto de 1955, no porto de Santos. Foram os dois primeiros
ministros da Igreja a se radicarem no Brasil, com o apoio do Japão e segundo o
Ministro Minoru Iha, que esteve no Japão em 1990, em conversa com o Reverendo Shoda,
este lhe disse ter iniciado suas atividades de missionário em setembro de 1955. Shoda tinha 26 anos de
idade e Nakahashi, 19. O navio holandês, em que vieram, passou até pela
África, nos 55 dias de viagem. Shoda escolheu um lugar para ficar
onde pudesse estudar o idioma e tentar ministrar Johrei. Definiu que seria
São Paulo, mais precisamente na cidade de Guarulhos, no bairro Jardim Paraventi.
Perguntado sobre o porquê da escolha de Guarulhos e deste local
especificamente, recentemente, ele respondeu:“Na verdade não fui eu quem
escolheu Guarulhos, foi um imigrante japonês que me me disse: “Perto de onde eu
moro tem um japonês que esta alugando uma casa. Vou perguntar a ele.” E acabei
alugando esta casa em Guarulhos”. Como o proprietário era
japonês e tinha uma venda, Shoda e Nakahashi compravam lá
os poucos alimentos que podiam. Esse senhor perguntou a eles qual a profissão
de ambos e assim, ficou sabendo da missão que os trouxera ao Brasil. No dia
seguinte, bateram à porta de Shoda e Nakahashi. Shoda atendeu,
pensando ser o dono do armazém com quem falaram. Mas não: era um brasileiro,
mandado pelo dono do armazém. Estava doente do estomago, com dores.Assim que Shoda e Nakahashi iniciaram
a difusão. Passaram a atender uma média de 50 pessoas por dia em Guarulhos, mas
quatro meses depois, como ainda não estava reconhecida a igreja, tiveram que
parar com a ministração de Johrei.Passaram muitas
dificuldades, inclusive fome. Mas mesmo com as dificuldades, decidiram somente
ministrar Johrei.Os dois abrem um núcleo de Johrei, a
primeira unidade oficial aberta em solo brasileiro e a primeira difusão de Johrei no
Estado de São Paulo, na cidade de Guarulhos, pelo curto período em que ai
os dois ficaram e ministraram Johrei. Porém, não se tem nenhuma notícia de
registro de pessoa jurídica dessa época em Guarulhos, nem relatos de
encaminhamentos.A Obra Divina não podia
parar, como relata Meishu-Sama:
“O mundo vive um período de rápidas mudanças. Jamais a humanidade experimentou um
tempo crítico com este que atualmente estamos vivendo. Ela enfrenta inúmeros
problemas, seja para que lado se volte. É o porto de um novo mundo.Mestres e
grandes instrutores surgiram em vários períodos, apontando o caminho para que
melhor compreendêssemos Deus e para mais amplo conhecimento de assuntos
espirituais. Arrependei-vos, pois o Reino dos Céus é chegado” Meishu-Sama.
Shoda era mais
metódico, se empenhou com toda segurança nos estudos. Ele entendia que a
ascensão de Meishu-Sama significava que ele deveria praticar os
Ensinamentos, ser Universal (como o mestre), fazer uma revolução em seu
pensamento e difundir a fé. Já Nakahashi escolheu
o caminho mais prático, e sempre ia abrindo caminho na fé, encaminhando,
desejando usar a língua japonesa ao máximo, como a melhor arma. E atuando como
colaborador no Jornal Showa, escrevendo sobre obras literárias e ensaios,
e através de seu diretor, conhece Otsubo Baba, um intelectual entre
os descendentes japoneses, que morava em Belo Horizonte (MG).Em 10 de Setembro de 1955, Nakahashi vai
para Belo Horizonte para visitar Otsubo Baba, iniciando ali o
primeiro encaminhamento em solo brasileiro. Depois ele parte para Curitiba,
numa época em que é denunciado por um medico da cidade de Belo Horizonte, por
curandeirismo. O genro e a filha do Sr. Otsubo Baba, Sr. Jiro Katahira e
Laurinda Fusako Katahira moravam em Curitiba e Nakahashi para
lá foi, se esconder da confusão que acontecia em Minas.Somente em Junho de 1956 é
que Shoda sai de Guarulhos e vai também para Curitiba, a convite de Shigueru Watanabe,
para junto com a família Watanabe, Nakahashi e Sato, ajudar na
difusão que crescia muito.Assim, encerra-se, sem que
tenhamos maiores informações, a ministração de Johrei na cidade de
Guarulhos.
REABERTURA DE UM NÚCLEO
(Construção da Igreja)
No final do ano de 1961, o
senhor Noboru Iyama e senhora Tane Iyama (esposa) ficaram
conhecendo os milagres do Johrei. Estes foram os primeiros membros da
cidade de Guarulhos, outorgados pela igreja.A senhora Tane relatou:“Depois que fomos na igreja
do Butantã, tomei emprestado do ministro Ando os Ensinamentos de Meishu-Sama.
Emocionei-me ao lê-los. Senti vontade de receber o Ohikari o quanto
antes. Tinha muitos problemas de saúde e graças ao recebimento de Johrei e
à leitura dos Ensinamentos, tornei-me saudável”.Em 14 de fevereiro de 1962,
o casal Iyama recebe o Ohikari, na Igreja Butantã, com o
reverendo Kambe. O filho do casal, ministro
Mário Yama, falou do contato dos pais com a Igreja:“Meu pai era da religião Seicho-no-Iê,
antes de conhecermos a IMMB, mas era daqueles membros que nem apareciam.
Ia na Sede do Jabaquara, mas muito pouco, talvez uma ou duas vezes por
ano. Depois do final de 1961, minha mãe que vivia sempre doente, ficou sabendo
através de um colega do meu tio, que trabalhava na feira, como nós, da IMMB.
Ele nos falou: “Tem uma religião do Japão, que a pessoa levanta a mão e cura
doença”. E, na época, o endereço que ele nos deu era da unidade de São
Bernardo. Mas acabamos por descobrir que também funcionava outra unidade no
Brás, que para nós era mais perto e meu pai começou a frequentar lá. Ele levava
minha mãe, que ia piorando com o recebimento do Johrei, mas explicaram que
aumentaria a purificação. Sempre se explicava a Lei da Purificação. Um dia,
quando minha mãe estava muito ruim, a levamos de carro até o Brás, mas chegando
lá, tinha uma placa: “Fechado. Voltamos só em janeiro”. Nesse dia ela estava
tão ruim, que de lá fomos com ela direto para o hospital. Voltamos em janeiro
conforme orientava a placa, e aí, recebendo Johrei, ela foi melhorando dia
a dia e em fevereiro, meus pais receberam o Ohikari”. Passaram a fazer difusão em
sua residência, em Guarulhos, em junho de 1962, no início, com uma certa
preocupação, pois não sabiam que tipo de pessoas iriam passar pela sua casa,
mas depois, superada com a prática.É um novo início na cidade
de Guarulhos, depois de 1955, quando Shoda e Nakahashi haviam
tentado iniciar por esta cidade logo quando de sua chegada ao Brasil.Começava um novo início da
Obra de Salvação com a família Iyama, com o núcleo de Johrei, três
vezes por semana, das 14:00 às 18:00 horas. Os filhos (sete) também receberam o Ohikari e
começaram a ajudar dos pais na ministração de Johrei.“Começamos a oferecer Johrei na
feira, onde trabalhávamos. Ai, em três meses, mais ou menos, meu pai quase
desistiu disso, pois nossa casa ficava tão lotada de gente que não conseguíamos
mais nem mantê-la limpa” – relatou Mario Yama – “Muitas pessoas apareciam por
lá, por dia. Formavam uma fila que dobrava o quarteirão de casa. Quando pensou
em parar, lembro que o reverendo Kogure orientou meu pai que não
parasse, pois era uma dedicação para a salvação de pessoas. Ele acabou
entendendo que o mais importante era a dedicação a Deus. Um dia baixou a
polícia lá. Queriam saber se meu pai cobrava alguma coisa pelo Johrei. Ele
foi chamado na delegacia, depôs, mas acabou saindo livre, pois explicou que era
um trabalho voluntário. Mesmo assim, a polícia pediu para acabarmos com a fila,
que incomodava os vizinhos. Então meu pai abriu o quintal de casa e as pessoas
ficavam lá até serem atendidas. No início eram meu pai, minha mãe e mais dois
ou três membros que eles haviam formado que ministravam Johrei naquela
gente toda. O núcleo funcionava em casa 3 vezes por semana, das 14hs às 18hs.
Voltávamos da feira e já tinha aquele povo todo lá esperando para receber Johrei.
O Johrei, nesse início, tinha que ser de três minutos, no máximo. E as
graças não paravam de acontecer. Vinha gente de Santana, Vila Maria, Penha,
Jaçanã, toda região norte da cidade de São Paulo”. Os filhos do casal passam a
ajudar os pais, assim que receberam o Ohikari.Noboru Iyama (ou
Paulo Iyama, como o chamavam) passa a ser conhecido na cidade como o
“japonês que levanta a mão e faz milagres”. Assim, ele doa um terreno para as
atividades de Johrei e começa, com os membros e freqüentadores, a
construir a Unidade.No dia 01 de Fevereiro de
1964, Noboru Iyama recebe a Imagem da Luz Divina em seu lar. A
família Iyama não tinha tempo nem para comer direito, pois chegavam
da feira e a fila, na casa deles, já estava enorme, com as pessoas querendo
receber o Johrei, como o próprio Mario Yama relatou. Sendo
assim, comiam em pé e logo começavam a dedicação. E mesmo com toda essa
situação, ainda iam uma vez por semana dedicar na Igreja Butantã.O que os mantinham firmes
na dedicação eram as graças que não paravam de acontecer. Um dos filhos do
senhor Iyama, certa vez, caiu do caminhão e quebrou o braço. Os ossos
chegaram a entortar completamente com a ruptura, mas mesmo assim, o senhor Iyama decide
firmar sua convicção somente no Johrei, sem nem mesmo engessar o braço do
filho, que se restabelece completamente, sem nenhuma seqüela, apenas
coma Luz do Johrei. O ministro Mario Yama relatou ainda:“Meu pai se identificou
demais com o Johrei e a filosofia de Meishu-Sama. Um amigo dele,
que freqüentara todo tipo de religião japonesa, até conhecer a Messiânica,
disse a ele: “Pode seguir a IMMB, que é a melhor religião.” E ele seguiu
firme mesmo, com uma fé inabalável em Meishu-Sama e que se alicerçava cada
vez mais com as graças que via as pessoas alcançarem com o Johrei recebido.
Para meu pai, a prática do Johrei e a salvação das pessoas passou a
ser o ponto mais importante de sua vida.” E em 13 de Dezembro de
1964, é inaugurada a Unidade Guarulhos, na rua Cabo Antônio Pereira da Silva,
nº 803, no bairro Jardim Tranqüilidade, onde o senhor Noboru passa a ser chamado de Ministro Paulo.
O culto foi oficializado
pelo Reverendo Shoda e contou com a presença de centenas de pessoas,
seguida de uma alegre confraternização. Essa unidade, construída com a fé
e esforço do senhor Iyama e dos membros, é ainda hoje o Centro de
Aprimoramento de Guarulhos.Dessa época, recorda o
filho do senhor Iyama:“Certa vez, lembro-me de
uma pessoa que era de outra religião, e que foi até nós para tentar desbancar o Johrei.
Assim que meu pai iniciou o Johrei, ele fez como se tivesse recebido um
espírito. Quem não compreendesse bem dos fenômenos do Mundo Espiritual,
acabaria por acreditar. Mas um membro que tinha grande conhecimento de
encostos, na hora repreendeu essa pessoa, que ficou sem graça de ter sido
descoberto seu fingimento e suas intenções, e foi embora”.E muitas pessoas que
passaram a frequentar o local e receberam Johrei, receberam milagres
grandes e se tornaram membros. É o caso do senhor Oscar Oliveira Araujo,
hoje ministro, que lembra:“Na época em que conheci a
Igreja, sofria com eczema. Durante muito tempo procurei diferentes tipos de
tratamentos e médicos. Tinha muita preocupação, porque teve médico que chegou a
falar na possibilidade de amputação da perna. Fui também a centros de umbandas,
benzedeiras, etc, mas mesmo assim, minha pele continuava num estado alarmante.
Foi quando um amigo me falou do Johrei, na casa do ministro Paulo Iyama.
Isso era 1964. Ele ministrou-me o primeiro Johrei e explicou-me dos
Ensinamentos e da doutrina. Passei a frequentar assiduamente a casa
dele e receber Johrei. Lembro-me que enfrentava uma fila enorme para
receber 5 a 10 minutos de Johrei! E a melhora veio gradativamente, e
assim, fui me tornando uma pessoa alegre, otimista e altruísta. Em 1965, recebi
o Ohikari, dobrei minhas dedicações na Igreja e minha pele já era outra!
Evolui espiritualmente, e com o tempo, recebi a grande graça: fiquei curado da
eczema!”Também essa época, lembra o
senhor José Marques dos Santos:“Foi no ano de 1965,
através da visita de um amigo carioca, que trouxe consigo uma revista da Igreja
lá do Rio de Janeiro, que conheci o Johrei. Nessa revista havia uma
reportagem com o seguinte título: ‘Cura através das mãos’. Fiquei curioso e
fomos em busca da IMMB em São Paulo. Depois de muito buscar,
encontramos a Unidade de Guarulhos. Nessa época, sabia-se pouco do Johrei e
dos Ensinamentos, pois tudo ainda era em japonês. Ninguém me explicava nada de
plausível lá em Guarulhos, e acabou não me atraindo muito.Meu amigo voltou para o
Rio, mas eu purificava com colite intestinal e sentia dores horríveis, contrai
essa doença por contaminação de bactérias de verduras curas. Por não
poder comer direito e sentir dores o tempo todo, tive um desequilíbrio nervoso.
Assim, voltei à Unidade Guarulhos e passei a ir todos os dias receber Johrei. Em pouco tempo, melhorei. Foi quando o ministro Paulo Iyama convidou-me
para ser membro. Recebi o Ohikari em
17 de dezembro de 1966. Depois de muitos anos, minha esposa fez um almoço
especial pude comer tudo, junto com toda a família, coisa que não fazia a anos!
Desse dia em diante, nunca mais tive problemas de intestino.”
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo. Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para ir até lá, ia a pé, atravessando a ponte
sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até ladrão me ameaçou. E
ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus antepassados, sinto-me
feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a todas as
pessoas que encontro.”
O culto foi oficializado
pelo Reverendo Shoda e contou com a presença de centenas de pessoas,
seguida de uma alegre confraternização. Essa unidade, construída com a fé
e esforço do senhor Iyama e dos membros, é ainda hoje o Centro de
Aprimoramento de Guarulhos.Dessa época, recorda o
filho do senhor Iyama:“Certa vez, lembro-me de
uma pessoa que era de outra religião, e que foi até nós para tentar desbancar o Johrei.
Assim que meu pai iniciou o Johrei, ele fez como se tivesse recebido um
espírito. Quem não compreendesse bem dos fenômenos do Mundo Espiritual,
acabaria por acreditar. Mas um membro que tinha grande conhecimento de
encostos, na hora repreendeu essa pessoa, que ficou sem graça de ter sido
descoberto seu fingimento e suas intenções, e foi embora”.E muitas pessoas que
passaram a frequentar o local e receberam Johrei, receberam milagres
grandes e se tornaram membros. É o caso do senhor Oscar Oliveira Araujo,
hoje ministro, que lembra:“Na época em que conheci a
Igreja, sofria com eczema. Durante muito tempo procurei diferentes tipos de
tratamentos e médicos. Tinha muita preocupação, porque teve médico que chegou a
falar na possibilidade de amputação da perna. Fui também a centros de umbandas,
benzedeiras, etc, mas mesmo assim, minha pele continuava num estado alarmante.
Foi quando um amigo me falou do Johrei, na casa do ministro Paulo Iyama.
Isso era 1964. Ele ministrou-me o primeiro Johrei e explicou-me dos
Ensinamentos e da doutrina. Passei a freqüentar assiduamente a casa
dele e receber Johrei. Lembro-me que enfrentava uma fila enorme para
receber 5 a 10 minutos de Johrei! E a melhora veio gradativamente, e
assim, fui me tornando uma pessoa alegre, otimista e altruísta. Em 1965, recebi
o Ohikari, dobrei minhas dedicações na Igreja e minha pele já era outra!
Evolui espiritualmente, e com o tempo, recebi a grande graça: fiquei curado da
eczema!”Também essa época, lembra o
senhor José Marques dos Santos:“Foi no ano de 1965,
através da visita de um amigo carioca, que trouxe consigo uma revista da Igreja
lá do Rio de Janeiro, que conheci o Johrei. Nessa revista havia uma
reportagem com o seguinte título: ‘Cura através das mãos’. Fiquei curioso e
fomos em busca da IMMB em São Paulo. Depois de muito buscar,
encontramos a Unidade de Guarulhos. Nessa época, sabia-se pouco do Johrei e
dos Ensinamentos, pois tudo ainda era em japonês. Ninguém me explicava nada de
plausível lá em Guarulhos, e acabou não me atraindo muito.Meu amigo voltou para o
Rio, mas eu purificava com colite intestinal e sentia dores horríveis, contrai
essa doença por contaminação de bactérias de verduras curas. Por não
poder comer direito e sentir dores o tempo todo, tive um desequilíbrio nervoso.
Assim, voltei à Unidade Guarulhos e passei a ir todos os dias receber Johrei. Em pouco tempo, melhorei. Foi quando o ministro Paulo Iyama convidou-me
para ser membro. Recebi o Ohikari em
17 de dezembro de 1966. Depois de muitos anos, minha esposa fez um almoço
especial pude comer tudo, junto com toda a família, coisa que não fazia a anos!
Desse dia em diante, nunca mais tive problemas de intestino.”
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo. Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para ir até lá, ia a pé, atravessando a ponte
sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até ladrão me ameaçou. E
ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus antepassados, sinto-me
feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a todas as
pessoas que encontro.”
O culto foi oficializado
pelo Reverendo Shoda e contou com a presença de centenas de pessoas,
seguida de uma alegre confraternização. Essa unidade, construída com a fé
e esforço do senhor Iyama e dos membros, é ainda hoje o Centro de
Aprimoramento de Guarulhos.Dessa época, recorda o
filho do senhor Iyama:“Certa vez, lembro-me de
uma pessoa que era de outra religião, e que foi até nós para tentar desbancar o Johrei.
Assim que meu pai iniciou o Johrei, ele fez como se tivesse recebido um
espírito. Quem não compreendesse bem dos fenômenos do Mundo Espiritual,
acabaria por acreditar. Mas um membro que tinha grande conhecimento de
encostos, na hora repreendeu essa pessoa, que ficou sem graça de ter sido
descoberto seu fingimento e suas intenções, e foi embora”.E muitas pessoas que
passaram a frequentar o local e receberam Johrei, receberam milagres
grandes e se tornaram membros. É o caso do senhor Oscar Oliveira Araujo,
hoje ministro, que lembra:“Na época em que conheci a
Igreja, sofria com eczema. Durante muito tempo procurei diferentes tipos de
tratamentos e médicos. Tinha muita preocupação, porque teve médico que chegou a
falar na possibilidade de amputação da perna. Fui também a centros de umbandas,
benzedeiras, etc, mas mesmo assim, minha pele continuava num estado alarmante.
Foi quando um amigo me falou do Johrei, na casa do ministro Paulo Iyama.
Isso era 1964. Ele ministrou-me o primeiro Johrei e explicou-me dos
Ensinamentos e da doutrina. Passei a freqüentar assiduamente a casa
dele e receber Johrei. Lembro-me que enfrentava uma fila enorme para
receber 5 a 10 minutos de Johrei! E a melhora veio gradativamente, e
assim, fui me tornando uma pessoa alegre, otimista e altruísta. Em 1965, recebi
o Ohikari, dobrei minhas dedicações na Igreja e minha pele já era outra!
Evolui espiritualmente, e com o tempo, recebi a grande graça: fiquei curado da
eczema!”Também essa época, lembra o
senhor José Marques dos Santos:“Foi no ano de 1965,
através da visita de um amigo carioca, que trouxe consigo uma revista da Igreja
lá do Rio de Janeiro, que conheci o Johrei. Nessa revista havia uma
reportagem com o seguinte título: ‘Cura através das mãos’. Fiquei curioso e
fomos em busca da IMMB em São Paulo. Depois de muito buscar,
encontramos a Unidade de Guarulhos. Nessa época, sabia-se pouco do Johrei e
dos Ensinamentos, pois tudo ainda era em japonês. Ninguém me explicava nada de
plausível lá em Guarulhos, e acabou não me atraindo muito.Meu amigo voltou para o
Rio, mas eu purificava com colite intestinal e sentia dores horríveis, contrai
essa doença por contaminação de bactérias de verduras curas. Por não
poder comer direito e sentir dores o tempo todo, tive um desequilíbrio nervoso.
Assim, voltei à Unidade Guarulhos e passei a ir todos os dias receber Johrei. Em pouco tempo, melhorei. Foi quando o ministro Paulo Iyama convidou-me
para ser membro. Recebi o Ohikari em
17 de dezembro de 1966. Depois de muitos anos, minha esposa fez um almoço
especial pude comer tudo, junto com toda a família, coisa que não fazia a anos!
Desse dia em diante, nunca mais tive problemas de intestino.”
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo. Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para ir até lá, ia a pé, atravessando a ponte
sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até ladrão me ameaçou. E
ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus antepassados, sinto-me
feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a todas as
pessoas que encontro.”
O culto foi oficializado
pelo Reverendo Shoda e contou com a presença de centenas de pessoas,
seguida de uma alegre confraternização. Essa unidade, construída com a fé
e esforço do senhor Iyama e dos membros, é ainda hoje o Centro de
Aprimoramento de Guarulhos.Dessa época, recorda o
filho do senhor Iyama:“Certa vez, lembro-me de
uma pessoa que era de outra religião, e que foi até nós para tentar desbancar o Johrei.
Assim que meu pai iniciou o Johrei, ele fez como se tivesse recebido um
espírito. Quem não compreendesse bem dos fenômenos do Mundo Espiritual,
acabaria por acreditar. Mas um membro que tinha grande conhecimento de
encostos, na hora repreendeu essa pessoa, que ficou sem graça de ter sido
descoberto seu fingimento e suas intenções, e foi embora”.E muitas pessoas que
passaram a frequentar o local e receberam Johrei, receberam milagres
grandes e se tornaram membros. É o caso do senhor Oscar Oliveira Araujo,
hoje ministro, que lembra:“Na época em que conheci a
Igreja, sofria com eczema. Durante muito tempo procurei diferentes tipos de
tratamentos e médicos. Tinha muita preocupação, porque teve médico que chegou a
falar na possibilidade de amputação da perna. Fui também a centros de umbandas,
benzedeiras, etc, mas mesmo assim, minha pele continuava num estado alarmante.
Foi quando um amigo me falou do Johrei, na casa do ministro Paulo Iyama.
Isso era 1964. Ele ministrou-me o primeiro Johrei e explicou-me dos
Ensinamentos e da doutrina. Passei a freqüentar assiduamente a casa
dele e receber Johrei. Lembro-me que enfrentava uma fila enorme para
receber 5 a 10 minutos de Johrei! E a melhora veio gradativamente, e
assim, fui me tornando uma pessoa alegre, otimista e altruísta. Em 1965, recebi
o Ohikari, dobrei minhas dedicações na Igreja e minha pele já era outra!
Evolui espiritualmente, e com o tempo, recebi a grande graça: fiquei curado da
eczema!”Também essa época, lembra o
senhor José Marques dos Santos:“Foi no ano de 1965,
através da visita de um amigo carioca, que trouxe consigo uma revista da Igreja
lá do Rio de Janeiro, que conheci o Johrei. Nessa revista havia uma
reportagem com o seguinte título: ‘Cura através das mãos’. Fiquei curioso e
fomos em busca da IMMB em São Paulo. Depois de muito buscar,
encontramos a Unidade de Guarulhos. Nessa época, sabia-se pouco do Johrei e
dos Ensinamentos, pois tudo ainda era em japonês. Ninguém me explicava nada de
plausível lá em Guarulhos, e acabou não me atraindo muito.Meu amigo voltou para o
Rio, mas eu purificava com colite intestinal e sentia dores horríveis, contrai
essa doença por contaminação de bactérias de verduras curas. Por não
poder comer direito e sentir dores o tempo todo, tive um desequilíbrio nervoso.
Assim, voltei à Unidade Guarulhos e passei a ir todos os dias receber Johrei. Em pouco tempo, melhorei. Foi quando o ministro Paulo Iyama convidou-me
para ser membro. Recebi o Ohikari em
17 de dezembro de 1966. Depois de muitos anos, minha esposa fez um almoço
especial pude comer tudo, junto com toda a família, coisa que não fazia a anos!
Desse dia em diante, nunca mais tive problemas de intestino.”
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo. Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para ir até lá, ia a pé, atravessando a ponte
sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até ladrão me ameaçou. E
ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus antepassados, sinto-me
feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a todas as
pessoas que encontro.”
O culto foi oficializado
pelo Reverendo Shoda e contou com a presença de centenas de pessoas,
seguida de uma alegre confraternização. Essa unidade, construída com a fé
e esforço do senhor Iyama e dos membros, é ainda hoje o Centro de
Aprimoramento de Guarulhos.Dessa época, recorda o
filho do senhor Iyama:“Certa vez, lembro-me de
uma pessoa que era de outra religião, e que foi até nós para tentar desbancar o Johrei.
Assim que meu pai iniciou o Johrei, ele fez como se tivesse recebido um
espírito. Quem não compreendesse bem dos fenômenos do Mundo Espiritual,
acabaria por acreditar. Mas um membro que tinha grande conhecimento de
encostos, na hora repreendeu essa pessoa, que ficou sem graça de ter sido
descoberto seu fingimento e suas intenções, e foi embora”.E muitas pessoas que
passaram a frequentar o local e receberam Johrei, receberam milagres
grandes e se tornaram membros. É o caso do senhor Oscar Oliveira Araujo,
hoje ministro, que lembra:“Na época em que conheci a
Igreja, sofria com eczema. Durante muito tempo procurei diferentes tipos de
tratamentos e médicos. Tinha muita preocupação, porque teve médico que chegou a
falar na possibilidade de amputação da perna. Fui também a centros de umbandas,
benzedeiras, etc, mas mesmo assim, minha pele continuava num estado alarmante.
Foi quando um amigo me falou do Johrei, na casa do ministro Paulo Iyama.
Isso era 1964. Ele ministrou-me o primeiro Johrei e explicou-me dos
Ensinamentos e da doutrina. Passei a freqüentar assiduamente a casa
dele e receber Johrei. Lembro-me que enfrentava uma fila enorme para
receber 5 a 10 minutos de Johrei! E a melhora veio gradativamente, e
assim, fui me tornando uma pessoa alegre, otimista e altruísta. Em 1965, recebi
o Ohikari, dobrei minhas dedicações na Igreja e minha pele já era outra!
Evolui espiritualmente, e com o tempo, recebi a grande graça: fiquei curado da
eczema!”Também essa época, lembra o
senhor José Marques dos Santos:“Foi no ano de 1965,
através da visita de um amigo carioca, que trouxe consigo uma revista da Igreja
lá do Rio de Janeiro, que conheci o Johrei. Nessa revista havia uma
reportagem com o seguinte título: ‘Cura através das mãos’. Fiquei curioso e
fomos em busca da IMMB em São Paulo. Depois de muito buscar,
encontramos a Unidade de Guarulhos. Nessa época, sabia-se pouco do Johrei e
dos Ensinamentos, pois tudo ainda era em japonês. Ninguém me explicava nada de
plausível lá em Guarulhos, e acabou não me atraindo muito.Meu amigo voltou para o
Rio, mas eu purificava com colite intestinal e sentia dores horríveis, contrai
essa doença por contaminação de bactérias de verduras curas. Por não
poder comer direito e sentir dores o tempo todo, tive um desequilíbrio nervoso.
Assim, voltei à Unidade Guarulhos e passei a ir todos os dias receber Johrei. Em pouco tempo, melhorei. Foi quando o ministro Paulo Iyama convidou-me
para ser membro. Recebi o Ohikari em
17 de dezembro de 1966. Depois de muitos anos, minha esposa fez um almoço
especial pude comer tudo, junto com toda a família, coisa que não fazia a anos!
Desse dia em diante, nunca mais tive problemas de intestino.”
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo. Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para ir até lá, ia a pé, atravessando a ponte
sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até ladrão me ameaçou. E
ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus antepassados, sinto-me
feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a todas as
pessoas que encontro.”
A senhora Marcelina
Policarpo Ramos também relatou:
“Conheci a Messiânica por
uma amiga. Nesse época sofria com uma queimação na sola do pé, tendo a
impressão de estar pisando em brasas, além de ter muito inchaço nas pernas.
Comecei a receber Johrei em Guarulhos, onde fui sentindo melhoras e o
inchaço desaparecendo.
Mesmo com os pés queimando,
pernas inchadas, fizesse sol ou chuva, ia dedicar na limpeza da Unidade às
quartas-feiras. Recebi o Ohikari e também dedicava no Johrei.
Como a condução era precária para iraté lá, ia a pé,
atravessando a ponte sobre o rio para chegar na Igreja. Certa ocasião, até
ladrão me ameaçou. E ainda hoje, graças a Deus e a Meishu-Sama e a meus
antepassados, sinto-me feliz por ser messiânica e continuo ministrando Johrei a
todas as pessoas que encontro.”
Boletim da Construção - Imagem do dia 14 de Julho de 2012
Fotos da Fachada do Centro de Aprimoramento Guarulhos
Fotos da Lateral Esquerda do Centro de Aprimoramento Guarulhos
Fotos da Preparação ao Culto da Cumieira
Fotos dos Fundos do Centro de Aprimoramento Guarulhos
Fotos Internas da Preparação do Culto da Cumieira
Fotos Internas dos Trabalhadores almoçando
terça-feira, 26 de junho de 2012
Boletim da Construção - Imagens - 23 de Junho
Veja imagens atualizadas da Construção do Centro de Aprimoramento Guarulhos.
Fotografias do dia 23 de Junho de 2012
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| Foto do Altar - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto da Escadaria - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto do Prédio - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto da Lateral - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto da Fachada - Clique na imagem para ampliar |
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| Outra Foto da Fachada - Clique na imagem para ampliar |
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| Mais Detalhes da Fachada - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto do Fundo - Clique na imagem para ampliar |
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| Foto Interna - Clique na imagem para ampliar |
terça-feira, 19 de junho de 2012
Boletim da Construção - Fotos do dia 13 de Junho
Veja imagens atualizadas da Construção do Nosso Centro de Aprimoramento.
Fotografias do dia 13 de Junho de 2012
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